sexta-feira, 15 de julho de 2016

O jogo que tremeu o mundo - Pokemon Go

Na passada quarta-feira, o mundo abanou um bocado com um dos jogos mais esperados para Android. Estava um bocado cético ao início, porque pensava que viria a ser mais um jogo do estilo de Invisimals, mas fui surpreendido com o apoio que Pokemon Go ganhou em apenas uma semana.


O jogo contém um gameplay básico, semelhante a geocaching só que com algumas funcionalidades diferentes. Criamos a nossa personagem com uma pequena variedade de roupas e tons de pele e somos introduzidos ao professor Willem (como em todos os jogos de Pokemon/gerações somos introduzidos a um novo professor); ele apresenta-nos a funcionalidade do sistema de ginásios e as pegadas para apanharmos pokemons. O jogo também implementa um sistema de “desporto” que “obriga” os jogadores a saírem de casa e andar uma distância de 2, 5 ou 10 km para abrir ovos que se apanham em pokestops (áreas espalhadas pelo mapa que são pontos de interesse semelhante ao geocaching).

Até agora parece um jogo simples sem razão nenhuma para nos agarrarmos, mas quando o sonho de infância de muitos jovens se “concretiza”, o de podermos apanhar pokemons na rua e sentir a satisfação de apanhar um pokemon novo, verifica-se um aumento das ações da Nintendo em 53% apenas em 6 dias.


Tenho andado a jogar Pokemon Go desde que saiu e tenho saído muito mais de casa também para apanhar esses 150 Pokemons, com um total de 3 equipas, Valor, Mystic e Instict, que os jogadores podem escolher (escolhi Valor). Existem grupos improváveis a criar-se e todos a conviver com o simples propósito de se divertir, conquistar e apoderar-se de ginásios às equipas inimigas. Este jogo, a meu ver, está a mudar um bocado a sociedade jovem e adulta (porque também há adultos a jogar) para uma comunidade muito mais ativa e social e isto ainda é só o início.

Por Márcio Moreira

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