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sexta-feira, 29 de julho de 2016

FÚRIA


Escrito e realizado por David Ayer, o filme Fúria retrata a 2ª Guerra Mundial. A história não é verídica, resulta da criatividade de David Ayer, mas não sobejam muitas dúvidas sobre a credibilidade e o realismo desta representação. Em certos momentos, talvez o texto do filme exponha os seus intervenientes a sortes improváveis.

No tanque baptizado Fury, David Ayer utiliza personalidades distintas. Ele usa a religião, a experiência na guerra com a inexperiência, a velhice com a juventude. O regimento de Wardaddy está profundamente marcado pela longa guerra, de África à Alemanha, marcado não apenas, mas por vezes, pelas cicatrizes físicas, mas também as cicatrizes psicológicas. Tão marcados pelos horríveis cenários de guerra, sangue, perdas, chamas e tiros, é com este cenário pouco animador e aterrorizador que o novo membro da tripulação Norman se depara.


Há pouco mais do que oito semanas na guerra e inicialmente destacado para dactilografar, Norman vê-se inserido num grupo que não o aceita e que não lhe reconhece qualquer capacidade ou qualidade. Norman é praxado de forma cruel e constante pelos seus companheiros. O tratamento que Norman recebe parece exagerado. Ilumina-se de uma intenção válida: a de desenvolver rapidamente em Norman as sensações de indiferença, insensibilidade e desinteresse que se espraiaram no regimento durante anos de conflito e que os foi mantendo a salvo. Afinal, o tanque só funciona se todos trabalharam com o mesmo objetivo, e só todos sobreviverão se forem capazes de cumprir o seu papel.

Norman após a sua tripulação o ter minimamente aceitado na equipa, depara-se com a missão de vigiar uma área onde poderiam aparecer frentes de combate nazis. Com isto, após algumas horas, Norman depara-se com um exército nazi com perto de 300 soldados alemães. Norman corre na direção do seu tanque e da sua equipa e informa de imediato o seu comandante; ele toma a decisão que iria lutar com a sua tripulação de 4 homens contra esse exército alemão. No final, o único sobrevivente foi Norman, que conseguira fugir da emboscada feita pela frente alemã.

Por Rafael Martins

O Bom Gigante Amigo


O Steven Spielberg possui crédito suficiente para passar o resto da carreira entregando filmes razoáveis e o que muitos dirão é que ele vem fazendo justamente isso. Você lembra qual foi o último grande filme unânime de Spielberg? Seus últimos quatro filmes de animação (As Aventuras de Tintim, a aventura Cavalo de Guerra, e os políticos Lincoln e Ponte dos Espiões). Nomearam em diferentes níveis, na aprovação do grande público e especialistas – muitos sequer atribuem tais filmes ao diretor.
O Bom Gigante Amigo chegou aos cinemas, ontem, dia 28 de junho, como a nova empreitada de Steven Spielberg, deixando um pouco de lado obras sisudas e tentando embarcar novamente no seu lado criança. No entanto, na véspera de completar 70 anos de idade, Spielberg talvez tenha finalmente crescido.


Na trama, a pequena Sophie é criada num orfanato em Londres, quando numa noite se depara com uma criatura fantástica, saída do mundo da imaginação. O gigante de mais de 7 metros decide raptá-la, com medo da repercussão, uma vez tendo sido visto pela menina, levando-a para sua terra natal secreta. Aos poucos, a criança assustada percebe que o gigantesco ser é amável e tem um bom coração, desenvolvendo com ele uma relação de amizade ao longo do filme. Porém, nem só de amigáveis gigantes é povoada esta exótica terra e o BFG precisará defender sua amiga dos famintos e ainda mais colossais companheiros.
O Bom Gigante Amigo talvez seja o filme mais infantil de Steven Spielberg, mirado aos miúdos, digamos, com até dez anos de idade. Para isso, o diretor se aliou novamente à guionista Melissa Mathison indicada ao Óscar pelo roteiro de um dos maiores trabalhos da carreira do diretor, E.T. – O Extraterrestre (1982). Os dois filmes possuem alguns elementos em comum, sendo o principal deles a amizade nascida entre uma criança e uma criatura de outro mundo.

Por Rodolfo Silva

Viúva Negra pode aparecer em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’


Segundo o Atlanta Filming, a atriz Scarlett Johansson foi vista andando pelos cenários de filmagens em Atlanta, indicando que sua Viúva Negra pode fazer uma participação especial ao lado do Homem de Ferro.
Por enquanto, trate a informação como rumor. Mas como a Viúva Negra tem sido figurinha carimbada nos filmes da Marvel Studios, seria incrível se ela aparecesse no filme. 

Por Ana Quaresma



ENTREVISTA #Ex-PIDE Confessa-se#

Quais as motivações que levaram jovens portugueses a ingressar na PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado), como viveram o 25 de abril e como reorganizaram as suas vidas no Portugal Democrático?
São estas as questões que me levaram à conversa com JPP, um ex-PIDE, hoje com 66 anos, nascido na Golegã. Tirou o Curso Técnico Comercial (antigo 7º ano dos liceus) e tem como hobby a construção de miniaturas de barcos. É casado, pai de uma filha e avô de três netos.

Quero agradecer-lhe ter-me dado a oportunidade de o entrevistar para o Jornal da Academia e pedir-lhe autorização para gravar esta entrevista.
JPP: Eu é que lhe agradeço achar que a minha história serve para alguma coisa e não tenho problemas em que a grave, mas eu não gosto de ouvir a minha voz gravada, tenho más memórias disso, embora já tenha superado.

Como foi a sua infância?
JPP: Nasci na vila da Golegã, nas margens do rio Sorraia. Adoro a minha terra. Os meus pais eram trabalhadores rurais. Quando eu nasci, o meu pai trabalhava para uma família muito importante. Eram muito boa gente, mesmo que não conhecessem as condições miseráveis de vida da maioria dos seus trabalhadores (sorri). Andei na escola primária e era muito bom aluno, melhor que o menino, filho dos meus patrões, mas quando era para as reguadas todos apanhávamos, menos ele. (ri)

E isso não o incomodava?
JPP: Acho que achava que isso era natural (sorri) e nunca me incomodou, porque eu até era dos poucos que ia depois com o menino para a casa grande. E os senhores gostavam muito de mim. Aliás, se eu fui alguma coisa devo-o a eles, porque quando acabei a 4ª classe o meu pai queria que eu fosse trabalhar para o campo, mas a senhora, a patroa, convenceu-o a deixar-me ir estudar e ajudou os meus pais financeiramente. 

Então continuou os seus estudos?
JPP: O meu pai tinha uns primos em Santarém e eu fui viver para casa deles. Foi um período muito difícil, viver longe de todos, com muitas dificuldades. Mas os resultados escolares na Ginestal Machado foram bons e fiz o curso comercial. A ideia era voltar para a Golegã e trabalhar nos escritórios da Casa Agrícola do patrão do meu pai.

Como ingressou na PIDE?
JPP: Acabei sem nunca chumbar o curso de empregado comercial, em 1968, mas a Guerra Colonial tinha começado em 1961 e morria de medo de pensar que tinha de ir servir para África. Em 1971, estava a concluir o Curso de Sargentos nas Caldas da Rainha, quando abriu, entretanto, um alistamento para a GNR, concorri e fui admitido em Lisboa. Entretanto, já na GNR soube de uma possibilidade de ingressar na PIDE-DGS e nem hesitei. Claro que não era fácil, eram muitos candidatos, se bem que na altura eu nem tivesse ideia disso. Na altura, o vencimento de um funcionário da PIDE era quase o dobro dos militares da GNR e quando fui admitido até chorei de alegria. É que tinha conhecido a minha mulher, ela é de Lamego e, claro, com 23 anos queremos é constituir família. Naquela altura, claro, hoje não é assim e ainda bem, os jovens querem viver a vida (sorri). Mas, apesar dos estudos, eu não tinha grande ideia política de nada. A verdade é que fui ensinado a nunca fazer muitas perguntas e acho que isso ajuda a sobreviver. A minha mãe dizia sempre que eu era muito aplicado nos estudos, mas deixava sempre fugir os porcos, quando nas férias ia para casa ajudar a família (ri). Sou assim um bocado distraído com as coisas práticas da vida. 

Quando entrou para a PIDE?
JPP: Entrei para a PIDE, na altura DGS, em abril de 1973 e apresentei-me na Rua António Maria Cardoso, ali ao pé do teatro de São Luís, em Lisboa. Fui admitido para trabalhar nos arquivos. Fiz um curso, um tipo de estágio de preparação e, pronto, tinha o meu futuro garantido. 

Mas não era difícil entrar para a PIDE?
JPP: Claro que era, mas a esposa do patrão do meu pai, que sempre me ajudou, porque gostava muito de mim, tinha um irmão que era General. Eram pessoas muito importantes e muito bem relacionadas. Falou com o irmão e, pronto, eu era bem comportado, tinha dado provas de confiança e entrei.

Como foi trabalhar nos arquivos da PIDE?

JPP: O período que lá trabalhei não chegou a um ano e, nesse ano, mentiria se não dissesse que vi e li muitas coisas que me pareciam estranhas.



De que tipo de coisas está a falar?

JPP: De repente, eu tinha à minha disposição a vida de milhares de portugueses, com todas as informações mais incríveis e detalhadas. Durante um tempo, achei que era natural ter lá o registo dos comunistas, do Sr. Álvaro Cunhal, afinal eles queriam a destruição do país. Mas ele havia de tudo: professores, padres e freiras, jovens estudantes, donas de casa… Comecei a ter medo, mas nunca partilhei isso com ninguém. Havia qualquer coisa que me dizia que aquilo era demais. E depois havia fotografias...de tudo, do antes e do depois!

Do antes e do depois?

JPP (pensa no que havia de dizer): Muitos destes arquivos eram, digamos, de gente anónima, mas havia de gente famosa, dos VIP's da altura. E era assustador, mas nunca o demonstrei, ver as fotos antes e depois de algumas destas pessoas serem “entrevistadas” lá nas salas da AMC. Hoje penso que, naquela altura, me convencia a mim próprio que se esta gente era detida para interrogatório, era porque alguma coisa tinha feito… A sério, fiquei feliz, aliviado mesmo, quando me propuseram mudar para o serviço de Controlo de Fronteiras, porque comecei a achar que era um bocado demais...É que às tantas a curiosidade mata-nos e quando vi arquivos de pessoas que eu conhecia pessoalmente, aquilo começou a mexer comigo!

Como foi viver o 25 de Abril?
JPP: Na altura do 25 de Abril, um mês antes, eu estava a preparar-me para mudar de serviço. Andava muito envolvido nessa mudança. Naquele dia, de repente, ficámos encurralados no serviço. A confusão era total. Eu não queria sequer acreditar que estava tudo a colapsar. Por momentos, lembro-me de tranquilizar os meus colegas, mas quando fomos detidos, pelos militares e levados para Caxias, achei que era o fim. Sobretudo, quando fomos acompanhados com as G3 apontadas aos nossos peitos e vi na rua colegas meus a serem enxovalhados, achei mesmo que estava por um triz a minha vida. (olhar suspenso) Chorei, chorei muito… Na verdade, não sabíamos o que se ia passar e passámos um dia com grande ansiedade, com nervosismo, com fome, sujeitos àquilo que viesse acontecer...foi um dia de bastante confusão e ainda hoje guardo com grande mágoa o que se desenrolou nesse dia.

Mas, nesse período, nunca pensou que isso poderia acontecer?
JPP: O quê, o 25 de abril? Sabia-se, sentia-se muita ansiedade e, sobretudo, havia muita informação a ser solicitada aos arquivos. Raro era o dia que eu não fazia doze horas de trabalho. Havia uma azáfama, uma espécie de descontrolo, mas nós nunca falávamos disso. Cada um fazia o que tinha de fazer e pronto. Eu era pago para isso e tinha de ser bom no que fazia!

Mas é capaz de dizer quais os aspetos positivos e negativos do seu trabalho na PIDE?
JPP: Quanto a mim, não havia negativo nem positivo, o interesse que eu tinha era simplesmente chegar ao fim do mês, receber o meu vencimento e fazer uma vida normal como qualquer cidadão. Por conseguinte, não há aqui nem positivos e negativos, era um funcionário e um cidadão como qualquer outro.

O que lhe aconteceu depois da revolução do 25 de Abril?
JPP: Fiquei preso em Caxias. Foi muito dificil. Fomos metidos praticamente como um “rebanho sem pastor”, em Caxias, onde permaneci, eu e os outros, sem culpa formada, ou seja, sem qualquer julgamento, nem ouvidos por qualquer autoridade, desde o dia 26 de Abril até ao dia 19 de Agosto de 1975. Depois o que aconteceu foi a fuga. Eu andava com grandes problemas de saúde e nesse dia fui a uma consulta ao hospital da Marinha, ao pé da Feira da Ladra, acompanhado por mais dois presos, um que não pertencia à polícia, que era filho do subdiretor e estava preso porque o pai, na altura do 25 de Abril, se encontrava em Espanha num congresso… como o pai estava ausente, prenderam o filho. Esse rapaz enquanto esteve detido procurou a sua libertação, não com meios violentos, mas com a ajuda de cúmplices do exterior. Ora, nessa dita consulta, apercebi-me do nervosismo dele e quando estávamos a aguardar que nos chamassem, ficámos completamente sós, sem qualquer guarda junto de nós... ele fez-me sinal e eu sem perceber bem como, enquanto ele fugiu por um lado, eu fugi pelo outro. Nunca mais o vi ou encontrei. Corri a Santa Apolónia, sem um escudo no bolso e apanhei o primeiro comboio que partia. Saí em Santarém e procurei ajuda de amigos. Depois, ainda pensei em ficar em Portugal escondido, mas isso era muito doloroso! Organizei, com ajuda de familiares e amigos dos patrões dos meus pais, a fuga para o Brasil, onde trabalhei durante 6 anos, tendo-se juntado a mim, mais tarde, a minha mulher.

Hoje, à distância dos 42 anos do 25 de Abril, que memórias e sentimentos guarda desses momentos?
JPP: Tenho pensado muitas vezes que teria sido melhor suportar as dificuldades que se passavam na GNR e, mais tarde, uma vez que era Sargento e tinha o 7º ano dos liceus, pudesse ter uma vida algo diferente do que tinha na altura. Como era Sargento, seguindo a carreira militar, com umas promoções, eu teria chegado longe, uma vez que tinha estudos e capacidade para progredir na carreira… Ter permanecido na GNR, afinal de contas não teria sido tão mau, nem sujeito a vexames… Infelizmente, foi uma vida muito difícil tanto para mim, como para a minha família. Mas passou-se… viveu-se, isso é certo (sorri emocionado).

Se pudesse resumir a sua vida numa só palavra, qual seria?
JPP: Uma palavra? Uma vida realmente vivida! Com períodos de grande sofrimento, de dificuldade e de incerteza, mas com muita esperança.

Porquê?
JPP: Foi um período muito desestabilizador na minha vida - tinha uma pequena viatura que foi vendida, tinha mobílias que fui obrigado a vender para pagar a fuga... Foi um tormento, foi uma grande dificuldade que realmente se passou na minha vida, o facto de ter pertencido a uma organização para a qual eu não estava preparado e da qual só “colhi frutos amargos”. Em contrapartida, não deixei de acreditar que, apesar de tudo o que se disse dos "pides", eu não era, nem fui um criminoso. Fui tão criminoso quanto todos os funcionários públicos deste país. Como os juízes, por exemplo, que faziam cumprir as penas aos opositores ao regime salazarista. E alguém lhes tocou? Ninguém! É que eu nunca torturei ninguém...nem nunca mandei ninguém ser torturado ou preso…

Que sonhos é que tinha e que não pôde concretizar pelo facto de ter pertencido à PIDE?
JPP: Tantos. Mas, se quer saber, já perdoei o mal que me fizeram ou o mal que me fiz. Nem sei ao certo. Não guardo rancores. Carrego as marcas das minhas decisões, mas sei hoje, que outros sofreram muito mais do que eu… Já o sabia na altura, mas não queria acreditar nisso. E o meu sonho concretizei-o. Tenho um lar feliz, com paz, com a felicidade às vezes possível e apesar das dificuldades, medos, terror que vivi no períoda da fuga, aprendi muito e hoje estou tranquilo. Melhor, estou em paz. O tempo cura tudo, não é o que se diz? Sem ressentimentos, nem vinganças! Aceito o que me calhou e desde que voltei, em 82, tenho procurado o mais possível contribuir para o crescimento deste país e não escondo nada do meu passado. Sem passado, perdemo-nos.

Tem algum sonho para o mundo?
JPP: O sonho que atualmente tenho para o mundo é que este fosse um mundo de paz, de amor e de fraternidade, que houvesse comunhão entre todos os povos e que assim pudéssemos viver tranquilos e que houvesse menos desigualdade entre pobres e ricos. É esse mundo que eu desejo para a minha filha e para os meus netos, que eu adoro. Só assim poderemos todos ser muito mais felizes...Mas são utopias, não é?

Gostou de participar nesta entrevista?
JPP: Sim, não tinha quaisquer reservas, nem tenho nada a esconder daquilo que fui ou que, por força de circunstâncias, me levaram a pertencer a tal corporação e, por conseguinte, estou satisfeito, não tenho quaisquer partes negativas nesse aspeto. Não sei se aprenderão alguma coisa ou se lhe vai servir, mas a mim deu-me muito prazer estar aqui com um jovem tão interessado. Fico mais confiante no futuro. Obrigado.

Eu é que lhe agradeço. Muito obrigado por partilhar a sua experiência connosco.

Por José Machado

Dwayne “The Rock” Johnson mostra ser um bom pai


Dwayne Johnson, também conhecido como The Rock, usou as redes sociais para mostrar aos seus seguidores que é um bom pai.
A mudar a fralda da filha Jasmine, de sete meses, no avião, é assim que o ator surge na fotografia publicada no Instagram.
"Independentemente de onde estamos, quando a minha filha faz o número dois, eu sou o número um para o trabalho", brincou na legenda da imagem.
Recorde-se que a menina é fruto do relacionamento do ator com Lauren Hashian.

Por Daniel Augusto

'Rocket League' ultrapassa nova meta de jogadores


A Psyonix, que desenvolveu o popular jogo 'Rocket League', anunciou, através da conta oficial do jogo, quantos jogadores já testaram o título, em pouco mais de um ano.

"Parabéns a todos! Atingimos oficialmente os 19 milhões de jogadores para o 'Rocket League'! Somos modestos com a vossa paixão. Obrigado!", escreveu a developer na conta oficial do jogo.

'Rocket League' foi lançado em julho de 2015 para PlayStation 4 e computador. Em fevereiro de 2016, o título da Psyonix chegou, também, à Xbox One. Na altura em que foi lançado na PS4, esteve durante um mês gratuito para download, o que contribuiu (e muito) para o sucesso do jogo.

Por Daniel Augusto

terça-feira, 19 de julho de 2016

Suicide Squad

Sinopse:
A fim de executar uma missão demasiado perigosa para ser entregue a super-heróis, o governo recruta o grupo de super-vilões mais temido no mundo da DC Comics. Estes irão, em troca, receber apenas a diminuição da pena de prisão a que foram sujeitos. Habituados a trabalhar por ”conta própria”, serão assim forçados a esquecer antigos conflitos e objetivos pessoais, de modo a formarem uma unidade coesa e eficaz, pronta para combater tudo aquilo que lhes é proposto.
Estreia em Portugal: 4 de agosto de 2016


Apesar de ainda não ter sido lançado, penso que é um filme muito esperado tanto pelos amantes das personagens da DC Comics, como os de filmes de ação e aventura. Caracterizado por uma boa história e pelo excelente elenco que o compõe, este tem tudo, a meu ver, para ser um filme com bastante sucesso e que irá encher muitas salas de cinema por todo o mundo.


Por Alexandre Azevedo

De um ótimo jogo a um Grande Filme

Sinopse do filme:
A região de Azeroth sempre viveu em paz até à chegada dos guerreiros Orc. Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo. Cada lado da batalha possui um grande herói e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco o seu povo, a sua família e todas as pessoas que amam.


“Warcraft: The Beginning” estreou em Portugal a 09 de junho de 2016. É um filme que conta a história do jogo Warcraft, um dos MMORPG's mais conhecidos do mundo. Normalmente, as pessoas pensam que o filme não valerá a pena por nunca terem jogado Warcraft, mas enganam-se, visto que eu nunca joguei e entendi a história completa do filme sem ter qualquer tipo de dúvidas sobre o porquê de algo, visto que o filme explicava toda a história do início ao fim.
Alguns dos jogadores dizem que o filme estava feito para todas as pessoas que gostam de histórias de fantasia em geral e não apenas jogadores do jogo, como se diz em certos sítios. Basicamente, o filme retrata uma guerra entre dois povos, os bons, tendo os seus respetivos heróis, e os maus, tendo as suas personagens maléficas, e no fim, como numa normal história de fantasia, uma épica batalha.
Graficamente, o filme estava espetacular, apenas faltava um pouco de expressão nos Orcs, mas mesmo assim continuo a dizer que é um filme muito bom e que vale a pena ver.

Dou um 8 numa escala de 0-10.

Por Bernardo Nobre

Festivais | Kendrick Lamar, rei num dia de Super Bock Super Hip-Hop

A 22.ª edição do Super Bock Super Rock terminou na madrugada deste domingo, coroada pela atuação de Kendrick Lamar, o rapper mais influente do momento.


Dedicado ao hip-hop, o terceiro e último dia do festival foi o único a esgotar e podem apontar-se responsabilidades a Kendrick Lamar, o homem eleito como um dos 100 mais influentes do mundo pela revista Time e que tem sido apontado pela crítica como capaz de elevar o hip-hop a um novo patamar.

No público, uma fã em lágrimas, cartazes (além dos clássicos "Give me the setlist" podia ler-se "White silence = white opression"), um jovem com um vinil na mão ou uma t-shirt de Compton, cidade californiana de onde Lamar é natural e berço de rappers como Dr. Dre ou Ice Cube, fundadores dos seminais N.W.A. Os braços estiveram no ar quase em permanência, na plateia em pé ou nas bancadas, e muitos deixaram despertar o rapper que vive dentro deles, reproduzindo as letras (ou parte delas) na maioria das canções.

A abrir as hostilidades, saltaram do disco de 2012 "Backseat freestyle" e "The art of peer pressure", mas foi "Swimming pools (drank)" a primeira digna de uma ovação. "Bitch don"t kill my vibe", "m.A.A.d city", "King kunta", "i" ou a muito jazzy e irónica "For free?" foram o delírio anunciado.

Acompanhado por uma banda competentíssima, Kendrick desmonta o estereótipo do rapper ancorado apenas na voz, com guitarras, bateria e piano a terem um lugar central no espetáculo, neste hip-hop que também percorre territórios do jazz e bebe de várias influências. Isto, sim, é um digno espetáculo de se ver.

Por Filipe Duarte

Morreu pioneiro do punk nova-iorquino

O vocalista dos Suicide, Alan Vega, um dos mais influentes da história do rock, morreu aos 78 anos de causa natural enquanto dormia, anunciou na sua página da Internet o músico Henry Rollins.


Em conjunto com o teclista Martin Rev, Alan Vega criou os Suicide nos anos 70, banda que foi uma das primeiras a usar o estilo de música conhecido como "punk".

O estilo musical próprio de Vega, que morreu no sábado à noite, foi influenciado por Elvis Presley e pelo movimento rock, tendo utilizado instrumentos eletrónicos como caixas de ritmos e sintetizadores, que lhe deram um carácter sombrio e pessoal que caracterizou a sua música.

Na mensagem que divulgou na Internet, Henry Rollins anunciou não só a morte de Vega, como juntou um comunicado da família em que se diz que o músico morreu "tranquilamente enquanto dormia".

Nascido em 1938 como Alan Bermowitz, em Brooklyn, Nova Iorque, começou a sua atividade como artista plástico e escultor, ganhando notoriedade com as suas pioneiras esculturas de luz. Nova Iorque foi o cenário do "Project of Living Artists", um espaço onde Vega desenvolvia as suas facetas artísticas e experimentava a música eletrónica.

Alan Vega trabalhou, então, com Martin Rev, com quem formou os Suicide, que tiveram uma grande influência na cena musical dos anos 70, em Nova Iorque, juntamente como os Ramones, Patti Smith ou os Talking Heads. O seu álbum de estreia, editado em 1977, é atualmente tido como um marco da música eletrónica. Também inspirou numerosos artistas, de géneros musicais diversos, como o "house", o tecno ou o "electroclash".

Por Daniel Rocha

Pokemon Go

O Pokemon Go é o jogo mais jogado ultimamente nos smartphones, tendo já ultrapassado o Facebook.


No primeiro dia em que a app foi lançada, o jogo ficou logo em primeiro lugar na app store. Os fãs já esperavam este jogo há muito tempo. Muitas pessoas consideram este jogo um sonho de criança, em que uma pessoa sai à rua para ir capturar os seus pokemons e lutar com eles contra os seus amigos.

O jogo está cada vez mais popular e faz bem à saúde, porque o jogo obriga-nos a andar para poder apanhá-los e para fazer nascer os ovos dos pokemons.

Há mesmo quem lucre com este jogo: por exemplo, nos EUA, uma pizzaria investiu dez dólares, cerca de nove euros, para colocar pokemons no estabelecimento e, segundo a própria gerência, desde então as vendas aumentaram 76%, graças ao aumento do número de clientes atraídos até ali pelos pokemons. A própria Nintendo tem lucrado bastante com isso, cujas ações já subiram cerca de 50%.


Por Diogo Galvão

Marvel e Fox unem-se para produzir nova série do X-Men

O grupo Fox e a Marvel continuam a apostar em séries de TV baseadas no universo dos X-Men.


Após o cancelamento da encomenda de Hellfire e a confirmação de uma temporada inteira para a ainda inédita Legion, ambos os gigantes do entretenimento confirmaram na última terça-feira que há um pedido de episódio piloto para uma nova série no canal Fox. As informações são da Variety.

De acordo com a revista, o programa criado por Matt Nix, cujo título ainda não foi definido, contará a história de um casal de humanos que descobre que os seus filhos são mutantes. O que dá força à novidade é a presença de Bryan Singer como produtor, o qual dirigiu a maior parte dos filmes de X-Men.

O novo programa não tem data de estreia marcada. Legion chega ao FX, parte do grupo Fox, em 2017.

Por Rafael Cabecinha

Tunning em Portugal

Muitas pessoas desde pequenas crescem a pensar como irão alterar o seu carro quando forem grandes, mas as leis de Portugal não deixam que, muitas vezes, esses sonhos sejam realizados.
Para quem não sabe, tuning é uma arte, é a arte de modificar o carro, tornando-o esteticamente mais bonito, mais seguro, diferente do que vem de fábrica e torná-lo único.


Em Portugal, é quase impossível fazer tuning legalmente, devido às leis que o nosso Estado impõe, pois basta termos umas jantes mais largas do que o que está averbado no livrete ou termos o carro a dois dedos do chão para temos logo a polícia à perna, a passar multas e a mandar fazer inspeções B.

Na minha opinião, e de muitos amantes do tuning, estas leis deveriam ser mudadas, pois até o Estado ganhava com isso, visto que as peças que são utilizadas para modificar os carros não são assim tão baratas como as pessoas pensam e nós pagamos o IVA das mesmas. Mesmo assim não podemos andar à vontade nas estradas, andamos sempre a arriscar o nosso dinheiro.

Muitos de nós temos, por exemplo, um carro novo de origem na garagem  e temos o nosso carro velhinho alterado, preferindo ir dar uma volta no nosso velhinho, para dar nas vistas, para as pessoas passarem por ele e verem algo diferente dos outros. Ninguém deve julgar os carros uns dos outros, pois cada alteração de um carro simboliza a maneira de viver de cada um de nós.

Muitas pessoas pensam que aqueles que fazem alterações nos carros irão logo fazer corridas de rua, mas isso é um preconceito que nem sempre corresponde à realidade.

Só resta aos amantes do tuning sentarem-se no seu carro e olharem em frente, apreciando o momento e não pensando na polícia.

Seja o que Deus quiser!


Por Cláudio Conceição

Novo episódio de Gundam BFT anunciado


O lançamento do novo episódio foi prometido para 21 de agosto de 2016 e, apesar de ainda não ter sido lançado, os fãs já andam a comentar pela Internet o quão boa a temporada é.


Os criadores anunciaram “Gundam Bulid Fighters Try Island Wars” como um episódio único, mas prometem que, se a receção por parte dos fãs for boa, torná-la-ão outra temporada da série BF.


As únicas imagens que foram reveladas ao público, além dos kits, foram lançadas como música de abertura do episódio:


Por Rafael Sorrilha

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Os três filmes para se entreter neste fim-de-semana


Decidi entrevistar algumas pessoas para saber quais os filmes recomendados para assistir este fim-de-semana...

Boa tarde! Gostaria de lhe perguntar qual será o seu filme de escolha para ver esse fim-de-semana.
Entrevistado A: Bem... Este fim-de-semana gostaria de ver “A Lenda de Tarzan”, porque quando era pequeno gostava sempre de ler os livros e ver os desenhos animados sobre o Tarzan.

Muito obrigado pela sua opinião!

Boa tarde! Gostaria de saber a sua opinião em relação aos filmes que possam ser assistidos este fim-de-semana.
Entrevistado B: Boa tarde! Eu gostaria de ver o filme chamado “Um Traidor dos Nossos”, porque gostei muito do trailer.

Fantástico! Este filme merece de ser visto. Obrigado pela sua opinião.

Boa tarde! Hoje estamos a fazer umas perguntas sobre quais os filmes que possam ser recomendados para este fim-de-semana e queríamos saber a sua opinião.

Entrevistado C: Boa tarde! Se fosse ao cinema este fim-de-semana, escolheria o novo filme que vai sair de Spielberg, “O Amigo Gigante”.

Obrigado pela sua opinião.

Por Iulian Radu

O novo filme de Spielberg

Depois do icónico filme E.T., Steven Spielberg promete fazer história com a sua nova criação “O Amigo Gigante”. 


Desde a trágica morte dos pais que Sophie vive num orfanato administrado por uma diretora malvada. O seu coração é triste e solitário e ela sonha encontrar alguém a quem possa chamar família. Numa noite igual a tantas outras, encontra um gigante de sete metros de altura que, apesar da sua aparência aterradora, possui um coração gentil, razão pela qual sempre foi ostracizado pelos da sua espécie. Ao compreender a solidão de Sophie, ele decide levá-la consigo para o seu país. Porém, naquele lugar perigoso, a menina tem de se manter longe dos olhares dos outros gigantes que, como todos sabemos, gostam de comer crianças. Os dois tornam-se amigos inseparáveis e, quando percebem que os outros planeiam assaltar as cidades para comer todas as crianças que as habitam, decidem que têm de fazer algo para o evitar.

O filme está bastante bom, no que diz respeito à história e aos efeitos especiais. A história é envolvente, apesar de ser um pouco cliché, pois como em várias histórias uma personagem conhece outra e acabam por tornar o mundo melhor. À exceção disto, gostei bastante do filme.

Por Gonçalo Veríssimo

Game of Thrones com final de temporada bombástico

*Spoil Alert*
Após termos assistido a um episódio fenomenal na semana passada, o último rebentou (literalmente) a escala. Como era de esperar, era altura de receber respostas a imensas perguntas, como acontece em todos os finais de temporada. Este respondeu a muitas, chegando ao ponto de 8.9 milhões de pessoas ficarem de boca aberta neste episódio. Personagens que não estávamos mesmo nada à espera de morrer e uma mulher a jogar o "you either live or you die in the game of thrones" de uma maneira explosiva.


Cersei Lannister passou de uma personagem fraquíssima nesta temporada à personagem, sem dúvida, mais temida pelos sete reinos. Arya Stark a riscar mais um nome da sua tão famosa lista. Peter Baelysh (Littlefinger) a mostrar as suas verdadeiras intenções a Sansa Stark. A confirmação da teoria dos fãs há mais de 7 anos do R+L=J. Tyrion a ser coroado Hand of the Queen por Daenerys “Stormborn” Targaryen. Por fim, Daenerys, com os irmãos Greyjoy, a cumprir a promessa que Khal Drogo lhe prometeu de os Dothraki embarcarem com ela para se poder sentar no Iron Throne, finalmente a saírem de Meeren com destino a King's Landing.

Pessoas morreram, teorias foram confirmadas, alianças foram criadas e uma nova rainha sem rei a liderar os sete reinos. Para mim, este foi o episódio mais intenso da história de Game of Thrones, deixando-me completamente boquiaberto do princípio ao fim. O momento mais importante, para mim, foi sem dúvida quando Jon Snow foi coroado "the King in the North”, sendo ajudado pelo nome da sua mãe, Lyanna Mormont, contra as casas que não se queriam juntar à aliança.

Na minha opinião, este episódio merece um 10/10, porque foi simplesmente espetacular.

Por Márcio Moreira

Vício em andamento

O novo incentivo para as pessoas saírem de casa


O Pokémon GO é o novo jogo para os smartphones criado pela Niantic, Inc., Nintendo e a The Pokémon Company, para as plataformas iOS e Android. É gratuito, com compras adicionais incluídas no jogo.

Foi lançado a 5 julho de 2016, no Japão, e rapidamente se tornou um fenómeno que já conta com mais de 15 milhões de descarregamentos em todo o mundo. Em Portugal, apenas foi lançado hoje, mas já conta com mais de seis mil utilizadores.

É um jogo para todas a idades, que mistura a realidade virtual com a nossa realidade, em que a personagem principal é a própria pessoa. Tem como objetivo “caçar” os Pokémon, que podem estar por toda a parte. Torna-se assim interativo, devido ao facto de as pessoas terem de se deslocar pela sua cidade à procura de Pokémons.

Demasiado interativo até... Desde o seu lançamento já foram detetados vários acidentes causados pelo jogo, desde pessoas que se despistaram de carro, por estarem com atenção aos Pokémons, ou pessoas que simplesmente foram contra alguma coisa.

A intenção do jogo é boa: incentivar as pessoas a saírem de casa, porque cada vez mais as pessoas ficam retidas em casa a jogar. Porém, ao mesmo tempo, este jogo é uma prova de que cada vez mais a sociedade está dependente das tecnologias. Se ficávamos retidos em casa por causa de um jogo, com este jogo já saímos… mas porque o jogo nos obriga. É um pouco ridículo, porque a nossa falta de incentivo para fazer alguma coisa pode comprometer-nos num futuro próximo, pois estamos sempre dependentes que alguém crie um novo objetivo para sairmos para algum lado e não temos a iniciativa própria de sair de casa.

Como disse Albert Einstein: “Eu temo o dia em que a tecnologia ultrapasse a nossa interação humana, e o mundo terá uma geração de idiotas.” Seja diferente: saia de casa por iniciativa própria.

Por Luís Afonso

The Last Shadow of Puppets e Johnny Marr - um clássico dos The Smiths

A surpresa foi desvendada este domingo, dia 10, quando Johnny Marr, ex-guitarrista dos The Smiths subiu ao palco em Manchester para tocar a música "Last night I dreamed that somebody loved me", de 1987, dos The Smith.

Marr ainda tocou mais um tema dos The Fall, “Totally Wired", com a dupla de cantores, Alex Turner dos Arctic Monkeys e Miles Kane.


Por Alexandre Berto





Feira de Sant’Iago

A Feira de Sant’Iago foi criada por alvará régio de 9 de Julho de 1582, que deferiu a petição apresentada no ano anterior pelos procuradores setubalenses às Cortes. Desde então, a Feira de Sant’Iago constitui uma das principais referências na imagem do Município de Setúbal, uma vez que promove atividades económicas da região como a recreação, a cultura e o desporto, sendo considerada um evento de tradição no calendário de festividades dos setubalenses.


Na Feira de Sant’Iago, em Setúbal, os visitantes podem encontrar “produtos que são únicos neste evento, boa gastronomia regional, amigos, inúmeras diversões, um alargado e qualificado programa cultural e desportivo”.


Este ano no cartaz poderemos encontrar as seguintes cabeças:

Agir
· Tempo é dinheiro
· Como ela é bela
· Parte-me o pescoço 

Atoa
· Falar a Dois
· Distância

Dama
· Não dá
· Eu não faço
· Balada do desajeitado
· Luísa 

Diogo Piçarra
· Tu e eu
· Meu e teu
· Breve

David Carreira
· Primeira-dama
· In love
· Só tu e eu 

Carlão 
· Os tais 
· Entre o céu e a terra 
· A minha cena 

Dengaz
· Dizer que não
· Encontrei
· Nada errado

C4 Pedro
· Tu és a mulher 
· African Beauty 
· Estragar 

Nelson Freitas
· Bo tem mel
· Miúda linda 
· Break of Dawn

The Gift
· Clássico
· Primavera
· Fácil de entender 

David Antunes e The Midnigth Band
· Não te quero mais
· És o meu final 

Até o Seu Jorge, um grande fenómeno brasileiro, este ano tem a oportunidade de subir aos palcos. Nesse mesmo palco e no mesmo dia vão estar Anselmo Ralph, Gabriel Pensador e Orelha Negra.

Por Raphael Lima