Na minha opinião, deve ter-se em conta 6 aspetos:
1. Comer um bom pequeno-almoço, por exemplo pão integral ou multicereais com tomate, alface, uma fatia de fiambre ou peru magro, um ovo cozido ou estrelado (sem óleo) numa frigideira antiaderente; servido com um sumo de fruta natural.
2. Analisar bem a tabela nutricional dos alimentos antes de os comprar, evitando sal, açúcar e conservantes em excesso.
3. Informar-se da quantidade de calorias que deve ingerir por dia, mas com atenção ao tipo de calorias, porque 300 calorias de couve são totalmente diferentes de 300 calorias de bolachas.
4. Nunca ter em conta o termo ‘óleo vegetal’, pois é enganador. Não há vegetais nos óleos vegetais, estes vêm do milho, do girassol, do cártamo ou da soja. São, sim, óleos industriais, pois não existiam até termos fábricas para os produzir.
5. É crucial dormir, pois se não dorme bem, o corpo entra em stress, o que irá aumentar os níveis de cortisol – substância que estimula o corpo a armazenar gordura – e reduzir a produção de leptina – hormona que favorece a sensação de saciedade.
6. Comer pelo menos de três em três horas, mas pouca quantidade, utilizando o método da mão: ao olhar para a própria mão é a forma mais correta de saber qual a quantidade ideal de determinados alimentos. Esta técnica evita que se ingiram determinados alimentos em excesso, podendo com isso ficar mais propenso ao ganho de peso ou a várias doenças relacionadas com a má alimentação ou com o consumo abusivo de alimentos.
Por José Machado








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